Nome do Jogo

por Carlos Brando

Simple on Rails - Carregando dropdowns dinamicamente

Recentemente tive de encontrar uma solução para um problema simples: eu tinha uma lista de estados e cidades em dropdowns. A intenção é que a lista de cidades fosse carregada de acordo com o estado selecionado. Simples.

Como estou começando com o Rails, procurei na internet por alguma dica para fazer isto. Encontrei diversos sites descrevendo o passo-a-passo para a solução. Entre alguns deles os blogs do Eustáquio e do André Ribeiro.

Achei a solução apresentada por eles muito confusa e com muito código.

Mas uma coisa que me chamou atenção foi o seguinte comentário:

Vamos utilizar alguma técnica mais atual, que tal um pouco de AJAX… é relativamente fácil implementar isso com Rails, normalmente carregaríamos um fragmento de HTML que implementa o campo através de uma requisição AJAX enganchada no método onchange do drop-down. Mas esta técnica é tão… antiga.

Antiga? Não entendi. Para mim antiga é a roda, e eu não pretendo inventá-la de novo.

Sempre existe mais de uma solução para o mesmo problema, e a melhor é sempre a mais simples.

Depois de ler isto, resolvi tentar fazer do meu jeito:

Inclui um observe_field na minha view: [source:ruby]<span id=”select_cidades”></span> <%= observe_field :job_state,

:url =&gt; { :action =&gt; 'carrega_cidades' },
:update =&gt; 'form_cidade',
:with =&gt; 'form_estado',
:complete =&gt; "visual_effect(:highlight, 'td_cidades')" %&gt;[/source]

E no meu controller: [source:ruby]def carrega_cidades @cities = City.find(:all,

    :conditions =&gt; "state_id = #{params[:job_state]}",
    :order =&gt; 'nome')

render :inline =>

"&lt;%= collection_select('job', 'city_id' , @cities, 'id', 'nome') %&gt;"

end[/source] Funciona!

Não se esqueça porque você decidiu aprender rails.

Mundanças são sempre bem-vindas

Faz um tempo que trabalhar perdeu a graça para mim. Todo dia levanto no mesmo horário, sigo o mesmo ritual em casa e no trabalho e não sinto o menor prazer em passar o dia no escritório.

Sempre fui um desenvolvedor Microsoft (Visual Basic 4, 5, 6 e C#), também já me aventurei pelo Java, e hoje sou gerente de projetos. Gosto do que faço, mas não sinto mais prazer nisto.

Decidi que é a hora de mudar, começar algo novo, algo que me dê prazer novamente. Procurando a “felicidade”, descobri o Ruby on Rails. Recuperei a vontade de estudar e desenvolver. Programar ficou divertido novamente.

Após quase um mês de estudos decidi que é hora de iniciar meu próprio projeto. Tenho mil idéias na cabeça. Vou relatar neste blog como está o andamento de cada um destes projetos.

Problema de acentuação no RadRails

 Instalei o RadRails para facilitar o desenvolvimento de aplicações usando RoR (Ruby on Rails), mas tive um problema com acentuação e demorei a descobrir uma forma de resolver.

Encontrei a solução no fórum do RubyOnBr:

O exemplo foi dado por Eduardo Baião:

validates_uniqueness_of(:category, :message => "já existe")

Este código retornava um ”j? existe

A solução é muito simples, basta acessar o menu Project - Properties e alterar a propriedade Text file enconding para UTF-8.

Problema resolvido!

Pluralização no Rails

O Rails trabalha com um sistema de pluralização em inglês que pode nos deixar um pouco confusos. Se este é o seu caso, seus problemas acabaram-se…

Acesse o site do Pluralizer Tabajara e vejo como o Rails trabalha com cada palavra no seu contexto geral.

Brincadeiras a parte, o Pluralizer é uma ferramenta útil para os casos em que ficamos perdidos.

Por vezes, alguns desenvolvedores se vêem tentados a criar classes e tabelas em português ou usando seus padrões atuais. Eu mesmo sempre aprendi que tabelas não devem ser nomeadas no plural.

Rails prega “convenção no lugar de configuração”, é um paradigma e não podemos lutar contra isto, não faz sentido. O mais correto, é usar o “padrão” Rails de desenvolvimento e ser feliz.

Ruby on Rails no DreamHost

Ontem instalei meu primeiro projeto ‘ruby on rails’ no DreamHost. Para realizar a façanha, segui o excelente tutorial do Klaus Paiva.

Clique aqui para acessar o tutorial.

Somente me deparei com um problema no finalzinho, no momento de criar uma cron job.

No tutorial, pede-se para executarmos o comando ”crontab -e” e incluir a seguinte linha:

0,5,10,15,20,25,30,35,40,45,50,55 * * * *
curl -s http://seudominio.com/?`date +%s`

Foi quando me deparei com o erro:

1: bad minute errors in crontab file, can’t install.

No momento em que digitei o texto acima na cron job, acontece uma quebra de linha, o que é normal. Mas, quando fui salvar o arquivo ele retornava este erro que não explica nada.

Pesquisei em alguns fóruns e descobri uma forma de contornar o problema.

Crie um arquivo (.txt) na sua máquina com o texto acima em apenas uma linha e envie via FTP para o diretório do seu domínio no dreamhost. Agora basta executar o comando ”crontab meuarquivo.txt”.

Problema resolvido.

Agradeço ao Klaus Paiva pelo excelente tutorial.

Temos todo tempo do mundo…

O tempo é Mercúrio-Cromo E tempo é tudo que somos…

O tempo pode abrandar a raiva, entender os erros, acalmar uma paixão arrebatadora, mas será que nos faz esquecer? Algumas feridas jamais cicatrizam. O tempo não obedece a nenhum senhor e sempre tem vontade própria.

Vez por outra sempre pensamos em como seria se pudéssemos voltar no tempo. O que eu faria diferente? Meus erros e acertos passados são indubitavelmente tudo que sou hoje. Houve um tempo em que acreditei que poderia moldar meu futuro. Somos incapazes de moldar o presente.

Somos levianos na maioria das questões e o tempo não diminui seu ritmo para que possamos perceber. Tudo será sempre uma questão de tempo… E quanto tempo dura o para sempre?

Sempre tão apressados, vamos de um lado para o outro sem se aperceber que tudo acontece agora. Não podemos voltar ao passado e nem moldar com exatidão o futuro, só podemos ser o que somos hoje. “Basta a cada dia seu próprio mal”

No entanto toda vez que escuto alguém dizer "estou aprendendo a viver um dia de cada vez”, torno a me questionar se há outro jeito. Porque só consigo pensar no que serei, e tudo que ficou para trás de algum modo ainda deixa suas marcas.

Se temos todo tempo do mundo então porque não temos tempo a perder?

Seu blog não te pertence

As pessoas resolvem montar um blog por dois motivos:

  • expor suas idéias e gostos pessoais.
  • ganhar dinheiro.

Independente do motivo escolhido, uma coisa é certa, precisamos de visitas. Sem visitas e comentários, ninguém tem motivação para escrever, e muito menos vai ganhar algum dinheiro com blog.

Pensando por este ponto de vista, o blog que você montou, pagou para ser hospedado em um lugar decente, escolheu o template mais adequado, fez um monte de alterações para que ficasse com a sua cara, e escreve todo santo dia… NÃO TE PERTENCE.

Tudo no seu blog pertence o leitor. Quando escrever, pense nas pessoas que estarão lendo. Corrija os erros de ortografia (ortográfica, olha eu pagando mico…), verifique se seu texto não está sendo contraditório, e se suas frases fazem sentido.

O layout do blog também é tão importante quanto o conteúdo que você publica. Blogs com fundo preto, cheios de imagens piscando, normalmente fazem as pessoas correrem. O melhor é ter uma página limpa, que carregue rápido e sem imagens ofensivas, as pessoas costumam navegar muito mais durante o expediente de trabalho e não entrarão no seu blog se este chamar muita atenção.

Esqueça o dinheiro, pense na realização pessoal. Escreva muito, escreva com o coração, mas não esqueça para quem você está escrevendo, o blog pertence a quem o lê.

É o fim do mundo! Mad Max sem Mel Gibson

A coluna de entretenimento do Globo.com publicou a seguinte noticia:

“O diretor da série “Mad Max”, o australiano George Miller, pretende levar o herói Mad de novo às telas, mas não mais com Mel Gibson, que ele acha muito velho para o papel.

Não será Mel. Ele tinha 21 anos quando fez o primeiro filme. Agora está muito mais velho e sua paixão é dirigir filmes

Disse Miller, citado pela agência australiana AAP.

O novo Max Rockatansky será um ator jovem, com potencial para ser um astro, disse o cineasta, sem citar possíveis candidatos.

Mad Max sem Mel Gibson?

O mundo cinematográfico anda carente de heróis e de ícones com carisma verdadeiro.

Vide a lista de personagens que estão sendo ressuscitados:

Rocky, John Mcclane o cara que nunca morre (Bruce Willis em Duro de matar), já se fala de um novo  Rambo, e se o Harrison Ford não morrer, ainda vamos ver o avô Indiana Jones…

Mas o Mad Max sem Mel Gibson? Aonde tudo isso vai parar?

Curriculum vitae? Mostre o seu blog

Li um post no memória virtual (um blog português) que lançava a seguinte pergunta: “Blogs são os novos currículos?”.

Os argumentos lançados são que um blog dá uma imagem mais dinâmica das capacidades do autor. Em contrapartida alguns empregadores podem não desejar ter em sua equipe uma pessoa “pública” e exposta à polêmica.

Particularmente acredito que isto depende muito do seu blog e da forma como você o encara, além do trabalho que está procurando. Se seu blog é profissional (não estou me referindo aos ProBloggers) no sentido de ter textos bem produzidos, pode ser uma porta de entrada desde que os assuntos abordados no blog sejam relevantes para a vaga desejada e mostrem seu profundo conhecimento no assunto.

De nada adianta exibir um blog de culinária ao ser entrevistado para uma vaga de gerente numa empresa de tecnologia.

Acredito que um blog está mais para um cartão de visitas do que um currículo. Leonel Vicente (outro blogger português) disse que quando escrevemos para nossos blogs, tentamos passar a melhor impressão possível, mas é impossível esconder nossa verdadeira personalidade, e isto pode contar na hora de uma entrevista.

Não podemos negar que ter um blog conhecido o torna uma referencia no assunto (tema) principal do seu blog. Se você não é um blogger famoso, escreva o que lhe der na telha. Mas se você já adquiriu visibilidade, muito cuidado, você está escrevendo o seu cartão de visitas.